Toda eu sou uma

na múltipla forma de ser.

Toda eu sou uma

na estranha forma de querer.

Pela espinha me sobe o sustento,

na pele me transpira a memória.

Quebram-se barreiras de vento

soltam-se facetas de história.

Quem entender venha tocar

o mistério em sangue e carne guardado.

Quem souber venha abrir

o mundo por um trinco encerrado.

Porque toda uma eu sou

apesar de várias parecer.

E nessa uma que eu sou

a magia será sempre o prazer.

Aurora Buzilis

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