Eternamente no limiar da metamorfose

Vivo eternamente no limiar da metamorfose

O esquecimento.

O pensamento.

nunca um, sempre vários. sempre muitos

O peso de uma luta constante, apaziguada.

O lamento.

O tormento.

A sensação de leveza da conquista, violenta.

Sempre quase, o limite. Para lá do limite.

Dentro.

Dentro da minha cabeça não há cinzento

há uma massa de cores vivas em reboliço, movimento

e há sombras. a revolta, a revolta…

O mundo onde habito sou eu.

Para o bem e para o mal,

no cansaço solitário e na força

na beleza e na incerteza.

Fora das linhas do céu e da terra.

Do tempo.

O mundo onde viajo sou eu.

E levo-me. Vou levando-me. Mudando. Sonhando.

Aurora Buzilis

lua eclipse

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