A promessa feita

lugar

Todos nós temos um lugar neste mundo

que nos pertence e nós pertencemos a ele. Onde voltamos a encontrar aquela sensação de reconhecimento e plenitude, perdida deste lado do véu, tão profunda e doce como se fosse parte de nós

porque é mesmo uma parte de nós.

A ligação a este lugar é subtil, mas mais forte e poderosa do que qualquer outra que conheçamos neste plano…

mais do que as singelas ligações de sangue, amorosas, de posse ou empatia. Um lugar que transcende todos os outros. Um lugar onde nos energizamos, crescemos e nos elevamos e que uma vez lá encontrados, ajudamos também Gaia a elevar-se de uma forma muito especial. Um lugar que reflecte o melhor que existe dentro de nós e onde mais irmãos e irmãs, em sintonia, se unirão para prosperar.

Passamos vidas e vidas sem encontrar este lugar, sem sequer imaginar que ele seja possível |também fora de nós | ~ mas no momento em que estivermos preparados para isso, ele surgirá. Ele se manifestará.

Um dia vou encontrar o meu lugar, essa promessa está feita… Até lá,  sonho com ele, como ele sonha comigo.

Aurora

2 Comments Add yours

  1. VH diz:

    Texto maravilhoso.
    Encontro esse lugar; esse espaço de plenitude e identidade. Curioso teres mencionado Gaia… Entendo a necessidade de desocultar o véu, pois do lado oposto o ritmo é adverso ao ritmo da Natureza. A velocidade do Homem é desatenta, distraída e desrespeitosa…
    Torna-se essencial esta desocultação e encontro nesse espaço onde outros se encontram na mesma frequência.
    É bom sentir-te 🙂

  2. Mais do que ter mencionado Gaia, todo o texto é assente nela, a mãe Terra, que nos acolhe quando encarnamos para vivermos a nossa experiência na dualidade, neste plano terrestre, o que implica o esquecimento das nossas experiências noutros planos e dimensões. O véu de que falo.
    Convém que a respeitemos e a honremos, assim como convém respeitar e honrar a nossa própria existência |essência|. Estamos todos ligados, logo: ao fazer um, estamos a fazer o outro e vice-versa.

    Existe um ritmo, sim, um ritmo próprio a cada indivíduo que encaixa no ritmo natural da Vida (a bem dizer, não se podem dissociar ambos, mas ok), que os humanos, como dizes e bem, não se permitem sentir, nem escutar, criando-lhe resistência, porque não o conseguem controlar, logo receiam…. A saber: o ritmo natural não é só criação e abundância, mas também destruição e escassez. O que transtorna um bocadinho a malta. As estações da natureza são um bom exemplo. Assim há espaço para o crescimento e para a renovação.

    Quando nos despojarmos de tudo o que nos prende àquilo que não somos na Essência, entraremos na frequência certa desse sítio na Terra, que se manifestará para nós. Será?
    Isto é como a história dos unicórnios… acredito piamente que um dia os vou ver manifestados no plano terrestre. Carne, osso e corno. Esse lugar também se há-de manifestar para mim, e é para lá que levarei a minha tralha. Estou farta de andar de casa às costas…
    Obrigada pelo teu comentário. É bom sentir-te 🙂

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