O caminho do Ser “Entre Aspas”

Para meter nojo, hoje apetece-me divagar sobre essa grande palavra (literalmente), que para alguns é algo distante, que para outros é bastante próxima, para uns cliché, banal, para outros especial. Para uns é objecto de gozo, para outros regra de ouro. Para uns indiferença, para outros um sentir, para uns imposição, para outros diversão  – A “espiritualidade” – entre aspas, sim.

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A “espiritualidade” não é um caminho para fugir da dor, dos problemas, daquilo que não gostamos em nós e queremos esconder. Pelo contrário, é justamente enfrentar tudo isso e aceitar, integrar, pois é principalmente aí que conhecemos aquilo de que somos capaz, de que somos feitos e que conhecemos a nossa verdadeira essência. E essência não é aparência…

A “espiritualidade” (essa palavra que faz confusão a tanta gente) é só isso mesmo, uma palavra no meio de tantas outras para definir algo. E as palavras são como as leis: sujeitas à interpretação de cada um, ou então como os chapéus: chapéus há muitos.

A “espiritualidade” acima de tudo não é um caminho (oi?) porque isso implicava haver separação entre o percurso que se faz e aquilo que se É. A “espiritualidade” é a aceitação, a vivência plena do Ser. É o despertar e a descoberta da nossa verdade interna… não o que os outros acham, não o que os outros dizem, não aquilo que nos ensinaram quando eramos pequenos, não aquilo que a sociedade e os media impingem, não aquilo que impingimos a nós próprios com base em tudo isso, mas a nossa verdade interna e que manifestamos à nossa volta.

Quando aquilo que sentirmos, pensarmos, dissermos e fizermos estiver em sintonia, esse caminho será verdadeiramente brilhante!… Mas para já, quando as nossas palavras, decisões e atitudes nos trouxerem paz, aí saberemos que estamos com os pés no caminho…

Caminho? Mas qual caminho?… Estaremos a viver!… A viver o quê? A “espiritualidade”…. hummm Ou então em vez de lhe chamar “espiritualidade” vamos experimentar dar-lhe o nosso próprio nome. Aurora, Joana, Salvador, Pedro, Maria, António, Bernarda….

Exemplo (vou dar o meu exemplo):

A “Aurora” não é um caminho para fugir da dor, dos problemas, daquilo que não gosta nela e quer esconder. Pelo contrário, é justamente enfrentar tudo isso, pois é principalmente aí que ela conhece aquilo de que é capaz, de que é feita e que conhece a sua verdadeira essência. E essência não é aparência…

A “Aurora” (essa palavra que faz confusão a tanta gente) é só isso mesmo, uma palavra no meio de tantas outras para definir algo. E as palavras são como as leis: sujeitas à interpretação de cada um, ou então como os chapéus: chapéus há muitos.

A “Aurora” acima de tudo não é um caminho (porque isso implicava haver separação entre o percurso que ela faz e aquilo que ela É) é a aceitação, a vivência plena do Ser. É o despertar e a descoberta para a sua verdade interna… não o que os outros acham, não o que os outros dizem, não aquilo que lhe ensinaram quando era pequena, não aquilo que a sociedade e os media impingem, não aquilo que ela impinge a si própria com base em tudo isso, mas na sua verdade interna e que depois manifesta à sua volta.

Quando aquilo que sentir, pensar, disser e fizer estiver em sintonia, o caminho será verdadeiramente brilhante!… Mas para já, quando as suas palavras, decisões e atitudes lhe trouxerem paz, aí ela saberá que está com os pés no caminho…

Caminho? Mas qual caminho?…  Estará a viver!… A viver o quê? A “Aurora”.

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Agora experimenta com o teu nome.

Aurora

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