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arquétipo de mim

Manifestações de uma alma com muitas vontades

Categoria

Curtas

Foco

– O que é isso no teu olhar, que me fere?

– Esperança.

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Aurora

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Encontros

Eu ia apenas a passar e ele…

…fitou-me com o olhar e seguiu-me os movimentos. Senti esse toque na alma e virei-me para o encontrar.

O espaço da distância entre nós foi ficando cada vez menor e à sua frente me detive, balançando ora para um lado, ora para o outro. Essa intermitência não era causada por pensamentos. Impossível, pois eles não vieram. Era causada pela entrega confiante desse olhar, na qual todos os meus sentidos se iam embebendo, deixando-me ao mesmo tempo perplexa e assustada.

Parei e sorri para ele com o coração.

A pureza… Que pureza!…

Debrucei-me sobre ele e inevitavelmente lhe estendi os braços, segurando-o carinhosamente, como se todo o mundo à nossa volta se desmoronasse e apenas nós, impunes, ali estivéssemos.

Unidos nos tornamos um, e assim seguimos caminho.

(Pelo menos, durante o tempo prometido.)

Esse foi um dos nossos vários encontros.

Aurora

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A água e a purificação

Aurora mergulha os pés na água do rio, junto ao sítio onde ele cai em pequena cascata para depois continuar o percurso delineado pelas pedras no leito e pelas folhagens verdes, que se debruçam sobre ele e o acolhem. A natureza é fértil ali! Que sítio bom para ficar.

Sente a temperatura da água e a sua força… Tudo é intenso! O som, o sentir. Mexe os dedos e desliza os pés pela superfície em movimentos circulares, numa brincadeira infantil. Contempla, antes de fechar os olhos e abstrair-se de tudo, menos dessa força enérgica que lhe sobe pelas pernas, lentamente e a vai preenchendo.

É de súbito que surgem umas companhias inesperadas! Ah!… Seres pequenos e dançarinos, de contornos femininos e translúcidos, esvoaçantes. Trazem consigo um nome que lhe ecoa no peito e mantém a vibração pelo resto do corpo, nas suas várias dimensões…. Ondinas. Ondinas. Aurora não lhes consegue perceber as feições mas distingue claramente os seus sorrisos e ouve as suas risadas suaves e cúmplices. E elas dançam junto à água e à volta dos seus pés. Dançam e esvoaçam e ali rodopiam delicadamente… Arrebatador, pensa Aurora! Simplesmente arrebatador!

Dali da água, sussurram palavras amorosas. Criam agitações e fazem-lhe cócegas. Aurora sente a imensa energia de amor e cura, colocando as mãos sobre o peito num gesto de reverência e receptividade. Sim, são irmãs, amigas, confidentes e assim lhes conta os seus segredos e lhes pede ajuda.

Ondinas. Ondinas. E as Ondinas dançam e dançam, escutando Aurora atentamente por entre sussurros e sorrisos, antecipando cada palavra que ela lhes conta e trabalhando com ela, nela. Ajudando-a. Elas sabem-na de cor… É surpreendente, como se já se conhecessem. Talvez nem precisasse de lhes dizer, elas já sabiam tudo. Elas sabem. A dança parecia já combinada. Uma sintonia perfeita.

Aurora e a festa de cor e magia em si e à sua volta. A circulação sanguínea a fluir nas veias como nunca antes. Sente-se abraçada e o processo de purificação começa e o peso começa também a aumentar. Quer respirar fundo mas não consegue. Quer largar, mas não consegue.

Pela água elas trabalham… Ondinas. Ondinas. E trazem consigo uma outra presença luminosa que toca Aurora no coração e lhe mostra… E as lágrimas soltam-se, finalmente caem-lhe pelo rosto. E o peso parece que começa a diminuir.

Ao ouvido o murmúrio:  – Respira fundo! Não sais daqui enquanto não respirares fundo.

“O amor abre-me, e aqui é só amor. A água purifica-me, e aqui é só pureza.

Dispo-me na sombra, para brilhar à luz.

Ondinas. Ondinas. Sou fogo, sou água. Elas sabem. Liberto-me. Fluo…”

– Irmãs, que bom ver-vos!

A gratidão.

Aurora respira fundo e volta.

“Renasci!”

– Irmãs, até breve.

Aurora Buzilis

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O vento e a transformação

Aurora sai de casa para fazer umas tarefas de fada do lar. Calha ser em plena tarde solarenga, mas é assim.

Os dias têm estado muito quentes, num pronúncio da chegada para breve do Solstício de Verão, e ao contrário das queixas de todas as outras pessoas, ela repara que se sente muito bem com essas temperaturas pegajosas. Já tinha saudades da energia soalheira, desse alimento do imponente deus Sol. De andar de chinelo no dedo e vestir pouca roupa. Dessa liberdade de movimentos e luz.

Após alguns passos, Aurora dá conta de um certo vento traquina, que se vai levantando de quando em vez, a pirolar numa espécie de voo desconexo e ri-se com a ideia de o achar semelhante ao voo dos trapalhões morcegos. Esses voos deles tão tresloucados que nunca se sabe ao certo onde é que vão dar. Talvez nem os próprios saibam lá muito bem. Continua caminho…

Que nome daria a um vento assim? Era mais forte que uma brisa e mais suave que uma ventania e vinha apenas algumas vezes, sem se fazer anunciar. No fundo queria apenas brincar com os seus cabelos e a sua pele, sensibilizada pelo calor.

– Que nervos! Grrrr – pensou ela logo a seguir, caindo num velho hábito…. – Nunca gostei de vento!!

De todas as forças elementares, esta era aquela que a perturbava. Deixava-a inquieta e com ela tinha sempre aquela sensação de “festa estragada”. Parou. Literalmente, parou! E nesse preciso momento chega-lhe uma revoada de aragem doce, firme e revigorante, que a faz inspirar profundamente e sentir os seus pulmões plenos de vida.

Naqueles instantes, que se permite saborear sem essa velha antipatia, Aurora sente-se inundada por doces sensações de frescura, de energia revigorante e de várias noções sobre a importância dessa força, o vento. De repente, foi como se ela lhe tivesse dado, ao vento, a oportunidade de ele se apresentar. De ele lhe mostrar a sua importância no Planeta, a sua função e o quanto ele a amava. A ela e a todos os seres da sua Terra Mãe. Mostrou-lhe as suas várias expressões, a importância do elemento Ar, ao qual todos damos por garantido e não atribuímos real atenção. Nem dentro de nós.

Juntos viajam pelos vários sítios geográficos que Aurora conhece e ele mostra-lhe, para a auxiliar a tomar consciência daquilo que já tinha reparado, ou que reparava sempre: o ar era diferente de sítio para sítio. Em alguns sítios era mais leve e fresco, noutros mais pesado e seco. Em alguns fechado, noutros acolhedor. Em alguns doce, noutros energizante, vibrante, em muitos outros simplesmente não reparava.

Aurora sente e maravilha-se com o que ele lhe mostra. Não lhe mostra a sua face de ira, mas ela percebe. No seu coração, ela percebe e regressa. Ao abrir os olhos desta viagem, olha em volta para ver se alguém tinha percebido, mas não havia viv’alma e continua o seu caminho com um sorriso enorme nos lábios e feliz por ter transformado aquela antipatia em amor. No fundo era seu desejo e já devia estar preparada pois ele veio para a ajudar.

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***********************

Se tudo for a nosso favor, essencialmente nós próprios,

na vida estamos em constante movimento, Transformação.

É assim que faz sentido para mim e é assim que vou apanhando os frutos de experiências enriquecedoras e construtivas. Experiências para me conhecer melhor, frutos para alimentar o meu crescimento e expansão da consciência.

Estou aberta à alegria de viver.

 | Relembrar aquilo que É e Integrar na totalidade aquilo que Sou, em essência individual e colectiva |

O meu trabalho é a pulso, consciente, saboreando cada pedaço de caminho, às vezes doce, outras vezes nada doce, mas meu e do qual já consigo mais facilmente não resistir, e já oriento melhor a minha mente, para que não me engane com dúvidas, ou desmotive com medos.

| Não criar resistência – permanecendo na verdade do Agora, seja ela agradável ou não. Quando permanecemos na verdade e a abraçamos, ela transforma-se. Quando fugimos da verdade (para o passado, o futuro, ou para falsas emoções, por ex.), ela apanha-nos posteriormente para nos confrontar. E quando regressa, já vem com “juros”. |

Fico mesmo feliz em constatar o quanto mudei, cresci, aprendi, libertei. Constatar que estou a atingir os meus objectivos mais ambiciosos, aqueles que um dia por instantes (me lembro) cheguei a pensar que seriam impossíveis de atingir e Celebrar o que Sou, no Agora…

| …com todas as batalhas vencidas e todas aquelas ainda por vencer. |

Aurora Buzilis

Perfeitos desconhecidos

Caminham ambos, vindos de direcções opostas, indo na direcção um do outro. Perfeitos desconhecidos.

Guiados pela mesma vontade inexplicável de atravessar a ponte para o lado de lá, caminham. Numa solidão introspectiva e desejada, por aí vão de cabeça baixa, imbuídos nos seus pensamentos de insatisfação e rebeldia. Algo drástico deveria acontecer nas suas vidas – sem saber, ambos pensam o mesmo. Sem se conhecerem. Querem algo drástico nas suas vidas! Algo que os faça acordar, faça sentir… sentir! Vibrar!

O marasmo no qual se encontram e a rotina cristalizada do dia-a-dia “mais do mesmo” chegaram ao ponto de saturação e ambos anseiam por algo que venha derrubar tudo aquilo que conhecem como certo e mudar numa viragem completamente sinuosa e desafiante o rumo das suas vidas.

À medida que caminham a passos rápidos e esquecidos, nem sequer tomam atenção ao cenário mudo pelo qual se movimentam. Dentro deles tudo é tão intenso e explosivo, que quase se sentem a levantar voo, com asas criadas pela força do querer. Nem se apercebem na agitação, nas outras pessoas, na cidade que acontece e os movimentos que se desenrolam à sua volta.

Caminham… Caminham… e de repente surge a ponte! A ponte que une as duas margens do rio que penetra e se difunde, cidade adentro, embelezando-a e criando a oportunidade de florescimento de vários parques e lugares de lazer. Zonas férteis que contrastam com o cinzento dos edifícios e a urgência das correrias cegas. Inspiram profundamente e expiram longamente. Ainda se lembram de como o fazer…  Seguem-se alguns momentos de contemplação.

As pontes significam a transição, a passagem, criação de laços. Mudança!? – procuram eles mentalmente – e apercebem-se, em jeito de epifania brejeira, de todo o simbolismo do seu pensamento recorrente de ir à outra margem. De atravessar a ponte para o outro lado, sem qualquer tipo de objectivo ou meta, senão o de remoer na cabeça todos aqueles sentimentos aflorados de emoção e depois!…. Depois remoer mais, até encontrar algo. Algo drástico. Mas a ponte… A ponte era a representação tangível dos seus desejos mais profundos.

De sorriso no rosto e numa atitude de esperança que aquela visão lhes provoca inusitadamente, elevam ambos, perfeitos desconhecidos, o rosto e caminham lentamente pela ponte, cada qual indo do seu lado, apreciando cada momento e projectando essa brilhante sensação no futuro que pretendiam, sendo interrompidos apenas pelo olhar forte e familiar de um estranho, que de repente se cruza com eles e os faz arrepiar… Ela olha-o e ele a ela. Perfeitos desconhecidos cruzam-se no meio da ponte e olhando-se nos olhos, fortes, profundos, familiares, se atraem e sorriem cúmplices, e assim, num misto de surpresa e de eternidade, se deixam ficar, na entrega de um olhar reflectido, que se separa apenas para se prolongar num entrelaçar de mãos.

Aurora Buzilis

Fotografia Christopher Etchells
Fotografia Christopher Etchells

Há coisas que servem apenas para nos fazer sonhar

Observava-o à distância. Discreta e silenciosamente.

Observava o seu sorriso, o jeito das mãos. O seu rabo e todo o seu ritmo. Uma maneira decidida de caminhar, mas ao mesmo tempo fechado sobre ele próprio, como se algo lhe pairasse na mente. Uma ausência talvez. Ou uma incompreensão…

Um dia, por acaso do destino, detiveram-se frente a frente, e naquele momento – num misto de sensações de fusão de tempo e de espaço –  ela pode ver-lhe a tristeza.

Uma tristeza infantil, que pulsava para o seu redor, uma energia de criança incompreendida num mundo de adultos egoístas e desatentos.

Sorriu-lhe, ela, mas o olhar dele não se alterou nem um pouco. Ou apenas um pouco. O suficiente para dar a entender que os sentidos se aguçavam, subtilmente, numa fracção de instantes – na tal fusão de tempo e de espaço. Oh!… Afinal talvez se tivesse alterado… mas para lá do evidente.

A sintonia foi imediata. Era preciso uma alma solitária e viajante para reconhecer outra. A única coisa que os diferenciava eram os anos de lide na experiência de ser assim.

O momento terminou e eles afastaram-se outra vez. Mas desta vez ela levou consigo a certeza de que um dia ele sorriria também. Isso e mais um contributo para o mundo do seu imaginário. E assim ela sorriu ainda mais.

Aurora Buzilis

Foto @ Beata Bieniak
Foto @ Beata Bieniak

Dias de chuva

Dias de chuva são lentos. São vistos através de vidros turvos onde os pingos deslizam deixando as suas marcas de pequenos caminhos desconexos.

São dias que mais parecem noites, na sua escuridão tímida, que sem a magia da lua e das estrelas perdem os traços de um encanto nocturno.

São dias de nostalgia forçada, de raciocínios leves como o ânimo que a água rega. São dias de “ver passar”, são dias de aconchego e proximidade.

Dias de chuva são molhados de melodias suaves e envolventes, que saciam a sede que os outros dias provocam. São dias de procura de abrigo, de sentir o valor da protecção que na vida também se pretende.

Dias de chuva são dias de tanta coisa.

Pois… dias de chuva também podem ser dias de brincadeira. Dias de saltar pelas poças de água e sorrir, dias de dançar pelos pingos e agitar emoções.

Dias de chuva podem ser visitados pelo Sol. Podem não ser lentos. Podem ser animados. Podem não ser turvos. Podem ser luz, poesia viva. Podem ser odes à natureza!… Dias de purificação, reflexão e animação!

Dias de chuva também são dias de magia. De arco-íris e alegria!

Why not?

Aurora Buzilis

dance

2 estranhos no meio do outro lado

Caminham ambos na direcção um do outro. Perfeitos desconhecidos guiados pela mesma vontade inexplicável de ir ao outro lado da ponte. Numa solidão introspectiva e desejada, caminham de cabeça baixa, imbuídos nos seus pensamentos de insatisfação e rebeldia.

Algo drástico deveria acontecer nas suas vidas – sem saber, ambos pensavam o mesmo. Sem se conhecerem. Queriam algo drástico nas suas vidas!

O marasmo no qual se encontravam e a rotina cristalizada do dia-a-dia, tinham chegado ao ponto de saturação e ambos ansiavam por algo que viria derrubar tudo aquilo que conheciam como certo e mudar numa viragem completamente sinuosa e desafiante.

À medida que caminham a passos ocos, nem sequer tomam atenção ao cenário ameno pelo qual se movimentam. Dentro deles, tudo é tão intenso e explosivo, que quase se sentem a levantar voo, com asas criadas pela força do querer. Nem se apercebem na vida que se desenrola à sua volta.

Caminham… Caminham… e de repente surge a ponte. Seguem-se uns momentos de contemplação. As pontes significam a transição, a mudança, pensam eles e apercebem-se de todo o simbolismo do seu pensamento recorrente de ir ao outro lado da ponte. A representação tangível dos seus desejos mais profundos.

De sorriso no rosto e numa atitude de esperança, elevam ambos o rosto, perfeitos desconhecidos, e caminham lentamente pela ponte, cada qual indo do seu lado, apreciando cada momento e projectando essa brilhante sensação no futuro que desejam… e aí, nesse momento, aí no meio, são apenas interrompidos pelo olhar familiar de um estranho, que de repente se cruza com eles….

Perfeitos desconhecidos, cruzam-se no meio da ponte e, olhando-se nos olhos, reconhecem-se. E assim, surpreendidos, se deixam ficar – na entrega de um olhar reflectido.

Aurora Buzilis

Halfpenny Bridge, Dublin
Halfpenny Bridge, Dublin

Passeios Nocturnos

Às vezes dava-lhe para sair de casa a meio da noite. A bem dizer, meio da noite talvez seja vago, apesar da equilibrada divisão temporal. Especificamente, gostava de sair naquela hora em que a maioria das pessoas regressava a casa, depois de momentos de convívio, de troca de palavras regadas e desregradas.

Gostava desse desfasamento entre ele e o resto do mundo.

A essas pessoas, sentia-lhes os passos pelas costas e seguia o seu caminho como se de uma libertação se tratasse. Adorava essa sensação e ia vivendo-a silenciosamente, ao mesmo tempo que absorvia a envolvência.

Gostava de olhar as montras, os escritos e artes de rua, as eventuais árvores e verdes que pintalgavam de natureza o cenário citadino. Gostava de admirar os prédios que se erguiam pela rua e onde, a cada noite que passava, conseguia descobrir novos detalhes que o fascinavam. Levantava os olhos mais alto e sorria com eles para as estrelas e para a Lua, que desde criança o atraía quase lascivamente.

Este era o seu momento. Aquele momento em que saía de casa a meio da noite, àquela hora da noite, em que seguia sem rumo, aprendia coisas novas e fugia da rotina.

Às vezes dava-lhe para isso e às vezes dava-lhe para lhe apetecer não regressar,… para não ser, a horas desfasadas, um como os outros.

Aurora Buzilis

New York • Apr 2012 • Michael Donovan
New York • Apr 2012 • Michael Donovan Tumblr

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